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ATOS - Na procissão triunfal de Cristo
Estudos nos Atos dos Apóstolos
PARTE 2 - Registros sobre a pregação entro os Gentios e a fundação das igrejas de Antioquia a Roma – Através do ministério do Apóstolo Paulo, comissionado pelo Espírito Santo (Atos 13 - 28)
E - Paulo preso em Jerusalém e na Cesaréia (Atos 21:15 - 26:32)

9. A primeira audiência do tribunal em Cesaréia (Atos 24:1-23)


ATOS 24:1-9
1 E, cinco dias depois, o sumo sacerdote Ananias desceu com os anciãos, e um certo Tértulo, orador, os quais compareceram perante o presidente contra Paulo. 2 E, sendo chamado, Tértulo começou a acusá-lo, dizendo: Visto como por ti temos tanta paz e por tua prudência se fazem a este povo muitos e louváveis serviços, 3 Sempre e em todo o lugar, ó potentíssimo Félix, com todo o agradecimento o queremos reconhecer. 4 Mas, para que não te detenha muito, rogo-te que, conforme a tua eqüidade, nos ouças por pouco tempo. 5 Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo; e o principal defensor da seita dos nazarenos; 6 o qual intentou também profanar o templo; e nós o prendemos, e conforme a nossa lei o quisemos julgar. 7 Mas, sobrevindo o tribuno Lísias, no-lo tirou de entre as mãos com grande violência, 8 mandando aos seus acusadores que viessem a ti; e dele tu mesmo, examinando-o, poderás entender tudo o de que o acusamos. 9 E também os judeus o acusavam, dizendo serem estas coisas assim.

Ananias, o sumo sacerdote em Jerusalém, ficou irritado, e sabia que Paulo tinha sido resgatado das mãos. Então, ele estava pronto para ir atrás dele de uma vez, a fim de erradicar o cristianismo matando Paulo. Ele não tomou os rebeldes quarenta anos, com ele a Cesaréia, que ele não pode mostrar sua intenção violenta e criminosa, mas levou um orador eloqüente como um companheiro, para que pudesse lisonjear os romanos com sua linguagem bombástica, e convencê-los da necessidade de Paulo destruir imediatamente.

Quando Paulo, o prisioneiro, foi levado para a audiência, o orador eloqüente começou seu discurso com expressões de adulação e elogio, a fim de chamar o governador para o seu lado. Ele falou como se a paz romana tinha vindo para a Palestina por meio dele, como se uma visão pessoal do governador e prudência trouxe desenvolvimento, segurança, prosperidade e para a nação judaica. Ele tocou rápido e solto, alegando que o mais alto conselho dos judeus estava preparada para apoiá-lo em suas acusações e cooperar com ele plenamente.

Os traços de caráter e virtudes que ele falou de já eram conhecidos por Felix. Eles estavam tão clara como o sol. Assim, ele não escolheu o governador deu, concebendo o alto grau e excelências das suas virtudes. Em vez disso, ele mudou-se imediatamente para descrever Paulo, o prisioneiro, como um homem muito perigoso. Ele o acusou de três crimes internacionais: Primeiro, que ele perturbado a paz, não só na Palestina, mas também em todas as províncias do Império Romano, criando dissensão, sedição, e brigas entre os judeus. Segundo, que o acusado era o líder de todo o Cristianismo, com a cabeça e o coração. Isso mostra que o maior conselho judaico tinha reconhecido com precisão Paulo, e não Peter, John ou James, para ser o ímpeto por trás o cristianismo, e a razão para a internacionalização do pensamento religioso judeu, que foi se transformando em uma mensagem universal baseado na livre graça de Cristo, oferecido a todos os homens. Em terceiro lugar, a acusação de que Paulo tinha desprezado e profanado o templo, mesmo quando os governadores romanos tinham honrado que, preservados os seus direitos, e respeitado o centro da cultura judaica. Os acusadores judeus não trouxe qualquer informação essencial para o governador, como uma discussão sobre a justiça criminal ou a vinda de Cristo. Em vez disso, eles descreveram o apóstolo dos gentios como um destruidor da paz do Estado, e um profanador da santidade do templo.

Além disso, os judeus reclamaram contra Lisias, o comandante em Jerusalém, para a tomada de Paulo pela força de suas mãos, colocando ordem romana sobre a lei judaica. Esta queixa, em seu coração, era uma demanda oculta para a liberdade dos direitos judaicos, para os romanos tinham tirado os judeus o direito de executar os pecadores, em conformidade com sua legislação. Todos os principais sacerdotes tinham apoiado esta queixa, e chamaram Paulo de uma praga no mundo, dos quais cresceu infecção e perigo mortal para todos os homens. Portanto, cabia ao governador para destruir esse perigo imediato e erradicar esta praga do corpo do mundo. Esta queixa mostra o fanatismo cego, que é incapaz de reconhecer o amor de Cristo, chamando-a fonte de bênção uma fonte de morte. Satanás é o pai de todos os mentirosos, que dolosamente falsificar a verdade, e na sua dureza de coração pensar que eles estão em pé.

ORAÇÃO: Senhor Jesus Cristo, nós Te agradeçamos porque Tu és a verdade evidente. Todos mentirosos e contrários a Ti serão quebrados pelo poder de sua retidão. Ensina-nos a falar com sinceridade e amor e guia-nos a pregar com ousadia e prudência.

PERGUNTA:

  1. Quais são os três pontos da acusação contra Paulo? Qual é o resumo desta acusação?

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