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JOÃO – A Luz Resplandece nas Trevas
Um Curso de Estudos Bíblicos no Evangelho de Cristo segundo João

PARTE 3 – A luz brilha no Círculo dos Apóstolos (João 11:55 – 17-26)
E – A oração intercessória de Jesus (João 17:1-26)

1. Introdução à oração intercessória


Jesus serviu a humanidade com seu Evangelho e obras: cura do coxo, alimentar os famintos, abrir os olhos dos cegos e ressuscitar os mortos. Seu amor foi uma revelação da glória de Deus em meio ao ódio e à morte.

No início de seu ministério, multidões se reuniram com ele. Quando o Conselho religioso Judeu (formado por fanáticos e hipócritas), viu que os fundamentos da sua religião e seu legalismo estavam sendo abalados, eles ameaçaram Jesus e seus seguidores com a censura e morte. O entusiasmo da multidão diminuiu e eles o abandonaram. Ao que Cristo e alguns de seus fiéis seguidores foram perseguidos, mas ele continuou a amar a todos.

No final, a propaganda do Conselho levou um dos doze. Ele se preparou para trair o seu Mestre. Em sua despedida, ele anunciou a eles a sua unidade com o Pai e como o Espírito Consolador iria estabelecê-los na comunhão do amor divino, apesar da perseguição que viria.

Mas os discípulos não conseguiram captar a intenção do Senhor, porque o Espírito Santo ainda não fora derramado em suas almas. Então Jesus falou diretamente ao seu Pai, e entregou seus seguidores nas mãos do Pai nesta oração sacerdotal. Ele também fez menção de quem iria acreditar nele com o testemunho dos apóstolos.

A oração intercessora de Cristo, registrada no capítulo 17, nos dá uma visão única sobre a maneira pela qual o Filho de Deus conversou com o Pai, e do tipo de amor entre as Pessoas da Santíssima Trindade. O Espírito de oração é importante aqui. Quem mergulha profundamente neste capítulo, entra no Templo de Deus onde permeiam adoração e intercessão.

2. A oração pela glória do Pai (João 17:1-5)

JOÃO 17:1
1 Jesus falou assim e, levantando seus olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti;

Cristo anunciou aos discípulos que ele era um com o Pai. Ele está no Pai e o Pai está nele. Quem o vê, vê o Pai. Mas os discípulos não foram capazes de apreender esta revelação surpreendente. Suas mentes se confundiram enquanto tentavam captar a presença do divino na carne. Jesus confiou os seus discípulos fracos e ignorantes aos cuidados do Pai, para iluminar e mantê-los na comunhão do amor divino e santo.

Ao levantar os olhos ao céu, Jesus pode ter surpreendido os discípulos. Como ele ora ao Pai no céu e diz, ao mesmo tempo, que ele habita no Pai e o Pai está nele? Estes gestos incompreensíveis confundiram suas mentes. Sabemos que ambas as idéias são válidas: A união perfeita entre Pai e Filho, bem como a autonomia de cada pessoa. Deus é mais forte do que nossa mente e o Espírito Santo nos ensina a tratar os dois conceitos como válidos. Peça a Deus para iluminá-lo se essa consciência é difícil. Porque ninguém pode compreender plenamente o Pai e o Filho, exceto por meio do Espírito Santo.

Nesta oração Jesus chamou Deus de Pai. Porque Deus não é apenas um Senhor santo e um juiz severo, mas seu amor misericordioso abrange todas as suas outras qualidades. Deus é Amor, Verdade e Misericórdia. Este novo conceito de Deus como um Pai amoroso surgiu quando Jesus nasceu do Espírito Santo, o Filho de Deus. Ele vivia eternamente com Deus, mas se fez carne para redimir-nos como filhos para o Santo. Esta revelação do nome Pai, de Deus, é a essência da mensagem apresentada por Jesus para o mundo. Por essa verdade inspirada, Jesus nos libertou do medo do julgamento, uma vez que o juiz é nosso Pai, e o fiador é o nosso irmão que paga nossas dívidas. Se você absorver o nome do Pai, você tem captado a mensagem do Evangelho.

Cristo reconheceu diante do Pai que a hora mais importante do mundo chegou: a hora da reconciliação entre Deus e o Homem. A humanidade, os anjos, religiões e filosofias, sem saber aguardavam essa hora. A hora chegou. Cristo tinha recebido a culpa do mundo como o Cordeiro de Deus. Ele estava pronto para morrer sozinho na chama da ira de Deus. Nesses momentos decisivos, o traidor estava se aproximando na estrada com uma companhia de polícia do templo para prender o Filho de Deus, homem submisso e forte, que estava pronto para morrer sem nenhuma proteção.

JOÃO 17:2
2 Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste.

Muitos pensam que a "glória" significa brilho e luz. Jesus confessou que o seu amor sacrifical era a essência da glória e do núcleo do seu ser divino. Ele pediu ao Pai para mantê-lo na medida do amor durante as horas na cruz, nas tempestades de dores e medos, de modo que os raios do amor divino iriam brilhar perfeitamente no crucificado. O Filho estava disposto a sacrificar-se por causa dos rebeldes e criminosos, para que eles possam ser justificados por sua morte. Este é o cerne da glória do Filho.

Tampouco estava reticente em dizer que ele não estava a morrer para si mesmo, mas para a glória do Pai, e que ele estava empreendendo uma medida que ninguém mais poderia. Ele glorificou o pai sobre a reconciliação da humanidade cruz e realizado com Deus. Quando o pecado é perdoado, o amor de Deus é exibido, e todos estão convidados para a adoção. O Espírito Santo é derramado sobre os crentes em Cristo, para que as crianças glorifiquem seu Pai por meio de um passeio perfeito na pureza. Não pode haver maior sinal de nome do Pai, ser glorificado que Ele se tornar um padre para muitas crianças. Então Jesus perguntou para a realização do amor redentor, com o nascimento de muitas crianças pelo Espírito da verdade, em louvor ao nome paterno.

O Filho retomou a sua pretensão divina que o Pai lhe havia dado, ou seja, toda a autoridade sobre todos esses nascidos de mulheres. Cristo é o verdadeiro Deus, Criador e Redentor. Ele é o nosso rei e senhor, e Juiz. Somos dele e ele é a nossa verdadeira esperança. Ele recebeu essa autoridade, mas não para o julgamento e destruição, mas para salvar e guia. O objetivo da vinda de Cristo era que os crentes nele receberão a vida eterna. A morte não encontra mais domínio neles. Na cruz, Jesus perdoou os pecados da humanidade, mesmo que apenas alguns responderam a essa oferta de salvação. Os crentes são os eleitos que crêem no Pai, Filho e Espírito Santo, e continuar na glória salvadora de Cristo. Neles habita o Espírito divino. Sua nova existência é o milagre da nossa idade, glorificando o nome do pai.

JOÃO 17:3
3 E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

O Espírito Santo substancia que Jesus disse sobre Deus. Ele é Pai de Cristo e nossa. Quem está ciente do mistério divino, e crê nele tenha a vida eterna. Não há outra chave para o conhecimento de Deus, exceto na Pessoa de Jesus Cristo. Aquele que vê no filho a paternidade do Pai, e confia nele, será transformada em sis filiação santo. A introspecção profunda em dizer que Cristo não é mero conhecimento, mas a vida e crescimento espiritual. Deus restaura a sua imagem em cada crente. Qual é o significado desta imagem divina? É amor, verdade e integridade que o Espírito Santo produz nos filhos de Deus. É também a glorificação do Pai pelo qual Suas virtudes se manifestam.

Cristo foi enviado por Deus ao mundo, para que os homens percebem que, além dele, que nasceu do Espírito, crucificado e ressuscitado, eles não poderiam conhecer a Deus. O Filho é o Apóstolo divino, que reuniu toda a autoridade na sua pessoa, com amor e santidade. Se você deseja conhecer o estudo de Deus, verdadeira vida de Jesus que é Deus personificado. Como Messias, ele também é Rei dos Reis e Sumo Sacerdote, Profeta e perfeita encarnação da Palavra de Deus.

JOÃO 17:4-5
4 Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. 5 E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.

Durante sua estada na Terra, Jesus meditava constantemente sobre o Pai, a Ele testemunhou e realizou suas obras. Ele negou-se a glorificar o Pai. O que ele ouviu do Pai que ele nos transmitiu. Toda a sua vida glorificou o Pai, sabendo que suas preces seriam atendidas. Ele completou a tarefa de redenção na cruz que o Pai lhe tinha dado para fazer. Ele reconheceu que o Pai tinha terminado todas as coisas. Uma vez que Jesus se esvaziou, e levou nenhum crédito para ele, ele merece que a glória da eternidade deve redundar ele. Assim, ele testemunhou que era glorioso desde a eternidade, Deus de Deus, Luz da Luz, gerado, não criado. Depois de completar seus propósitos ele desejava retornar ao seu pai. Quando chegou o céu, os anjos e outros seres glorificados ele, dizendo: "Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, poder, honra, glória e bênção".

ORAÇÃO: Pai no céu, santificado seja o teu nome. Seu Filho te glorificou através de seus passos, orações e sacrifício. Nós não merecemos levantar os olhos para você. Agradecemos por perdoar os nossos pecados porque Cristo morreu por nós, você nos fez seus filhos. Agradeço-lhe transportar-me para a vida eterna com a efusão do Espírito Santo em meu coração. Ajude-nos a glorificar a você sempre, e não roubar a glória para nós mesmos, mas obedecer a seu mandamento e do Filho de amarmos um ao outro, para que outros possam ver nossas boas obras em sua paternidade.

PERGUNTA:

  1. Qual é o pensamento básico na primeira parte da oração de Jesus?

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