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ATOS - Na procissão triunfal de Cristo
Estudos nos Atos dos Apóstolos
PARTE 1 - A fundação da Igreja de Jesus Cristo em Jerusalém, Judéia, Samaria e Síria – Sob o amparo do Apóstolo Pedro, guiado pelo Espírito Santo (Atos 1 - 12)
A - O Crescimento e Desenvolvimento da Igreja Primitiva em Jerusalém (Atos 1 - 7)
21. A defesa de Estevão (Atos 7:1-53)

b) Os Dias de Moisés (Atos 7:20-43)


ATOS 7:35-36
35 A este Moisés, ao qual haviam negado, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz? a este enviou Deus como príncipe e libertador, pela mão do anjo que lhe aparecera na sarça. 36 Foi este que os conduziu para fora, fazendo prodígios e sinais na terra do Egito, e no Mar Vermelho, e no deserto, por quarenta anos.

O povo rejeitou Moisés quando ele veio a eles com uma mensagem de salvação nacional. Deus, porém, o havia escolhido para levar orientação espiritual, e assim ele tornou-se semelhante a Jesus, a quem o seu povo também rejeitou. No entanto, Deus permaneceu fiel a Jesus e ressuscitou dentre os mortos, para que Ele pudesse redimir um incontável número de escravos do pecado. Uma das queixas contra Estevão era que ele havia rejeitado Moisés. Estevão, no entanto, Moisés exaltado havia o nome de e se dirigiu a ele com os títulos mais elevados. Ele o chamou de príncipe e libertador, que era o chefe do seu povo e que havia sofrido para unir seu povo obstinado a Deus. Da mesma forma, Cristo é o cabeça de Sua Igreja, o Libertador verdadeiro e Redentor. Ele leva todos os homens e mulheres espirituais, na beleza da santidade, a Seu Pai, para que possa confirmá-los em sua nova aliança!

Estevão disse que o anjo do trono de Deus, que representou a aparência de Deus, acompanhou Moisés durante quarenta anos no deserto. Moisés, o homem idoso, era fraco em si mesmo, não tendo habilidade no discurso persuasivo. Ele estava inclinado para pessimismo em relação a enorme responsabilidade de alimentar diariamente o seu povo numeroso no deserto. O anjo do Senhor, no entanto, tomou-o pela mão e levou-o passo a passo, afastando das oposições mais intensas. Ele o deixou ter sucesso no centro do poder das trevas, e adornado com ele grandes maravilhas pelo poder de Deus. Moisés não era um príncipe e libertador em si mesmo. Deus, porém, havia revelado em Sua onipotência do homem pobre, e ajudou seu servo, durante quarenta anos.

Nós também temos um triunfante Senhor e Libertador, que age por nós, sem a ajuda dos anjos. Ele era Deus manifesto na carne, e hoje Ele conduz o Seu povo, escolhido dentre todas as nações e pessoas, em sua procissão triunfal. No meio dos desertos escuros do nosso universo que segui-lo com aclamação, gratidão e louvor.

ORAÇÃO: Senhor Jesus Cristo, nós Te agradeço, porque Tu és a cabeça da igreja e nosso Libertador fiel. Você nos leva sob suas asas. Vivemos de seu alimento e por Sua fidelidade continuamos. Em Você apenas, que nunca vai nos deixar, vamos construir o nosso futuro.

ATOS 7:37-43
37 Este é aquele Moisés que disse aos filhos de Israel: O Senhor vosso Deus vos levantará dentre vossos irmãos um profeta como eu; a ele ouvireis. 38 Este é o que esteve entre a congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu as palavras de vida para no-las dar. 39 Ao qual nossos pais não quiseram obedecer, antes o rejeitaram e em seu coração se tornaram ao Egito, 40 dizendo a Arão: Faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque a esse Moisés, que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu. 41 E naqueles dias fizeram o bezerro, e ofereceram sacrifícios ao ídolo, e se alegraram nas obras das suas mãos. 42 Mas Deus se afastou, e os abandonou a que servissem ao exército do céu, como está escrito no livro dos profetas: Porventura me oferecestes vítimas e sacrifícios No deserto por quarenta anos, ó casa de Israel? 43 Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, E a estrela do vosso deus Renfã, Figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia.

Estevão ficou sob a acusação de blasfêmia contra Moisés e a lei. É por isso que ele enfatizou cinco vezes em sua defesa, usando o pronome demonstrativo "este", que Moisés tinha uma posição única diante de Deus, que nenhum outro homem já teve no Antigo Testamento. O Altíssimo lhe havia falado pessoalmente (versículos 35, 36, 37, 38, 40). Moisés foi o mediador do Antigo Testamento. Ele havia, sob o perigo de morte, subido ao vulcão cuspindo lava e fumaça, onde conheceu o anjo do Senhor.

Estevão se refere à lei que Moisés recebeu de Deus, como "oráculos vivos" que fluem do coração de Deus, que foram entregues pela mão do anjo ao representante do povo da aliança. Estevão não chamou a lei de uma carta destrutiva e morta, mas um guia para a vida, uma corrente que flui da santidade de Deus. Aquele que observa a lei vive para sempre.

Estevão estava preocupado, pois ao invés exaltar Moisés e glorificar a lei perante o Conselho Superior, ele queria esclarecer para eles que nem ele nem a igreja Cristã já haviam negado o mediador do Antigo Testamento. Eles nunca haviam blasfemado contra ele. O povo de Israel, eles próprios, negaram-lhe várias vezes e continuaram negando-o. Eles eram o povo da desobediência. Estevão esclareceu, no início de seu discurso, que os escravos no Egito não haviam entendido Moisés e tentaram se livrar dele. Ele teve que fugir por causa do seu povo rejeitar sua ajuda. Contudo, Deus lhe designara para ser o líder daqueles que rejeitaram, e tinha feito-o bem sucedido na oposição a sua teimosia.

Quando o escolhido foi a Deus para receber a lei da aliança, seus seguidores o abandonaram, afastaram seus corações para longe do Senhor. Eles estabeleceram seus pensamentos sobre a vida de luxo e preferiram adorar o bezerro de ouro ao invés de esperar seu mediador, que estava atrasado em voltar de seu encontro com Deus.

Este sermão, que Estevão entregou durante sua defesa, está cheio de significado espiritual. Assim como Moisés estava fora de vista com Deus por um longo tempo, e voltou a confirmar o seu povo do Antigo Testamento, assim também Cristo está fora da vista hoje com Seu Pai celestial. Ele vai voltar no tempo devido e espalhar a Sua paz sobre a terra. Os Judeus naquela época não confiavam em seu líder, assim como os homens de hoje não confiam em Cristo. Em vez disso, eles dançam ao redor do bezerro de ouro do bem-estar. Eles falam sobre tecnologia e armas mortais, vangloriando-se de suas posses e foguetes, sem ver Deus ou reconhecer que Seu julgamento está vindo sobre eles como uma nuvem negra se aproximando.

Estevão mostrou a seus juízes que foi o julgamento de Deus que lançou Israel em cativeiro, pois o abandonaram. Este julgamento não aconteceu de uma só vez, mas gradualmente. O Senhor rompeu com o povo da aliança depois que caiu em idolatria, tornou-se avarento, de confiança na astrologia e adoraram em locais onde moravam os espíritos demoníacos. Eles adoravam todas as divindades em seu entorno e estavam abertos a toda idéia nova brilhante ou coisa que enchiam seus olhos. Eles consideraram bom não reter o conhecimento do Deus invisível, e, portanto, optaram por não obedecer à voz do Seu Espírito Santo falando em suas consciências. Esta é a causa essencial de todo o julgamento. Você ouve a Deus e Sua palavra? Você faz a sua vontade com um coração contente, aberto?

Estevão se refere aos seus ouvintes (no versículo 37) para a grande expectativa que Moisés tinha aberto para eles. Deus levantaria um profeta entre eles que seria como Moisés, que, como mediador, iria dirigir os corações de seus seguidores para os favores e poderes divinos. Cada ouvinte no Conselho Superior sabia que esta promessa de idade foi uma referência de Moisés para a vinda de Cristo. Este profeta vindo pretende estabelecer um novo pacto, confirme seus seguidores em uma excelente forma, e colocá-los em comunhão com Deus. Esta profecia foi conhecido aos cristãos, incluindo Estevão, que entendeu este versículo para ser uma referência a Jesus.

Desta forma Estevão defendeu sua posição em relação a Moisés e da lei. Ele condenou, ao mesmo tempo, a desobediência contínua do seu povo, e os guiou para Cristo, no qual repousava a única esperança do cumprimento da lei eo estabelecimento de uma nova aliança. Esta forte defesa de Estevão deixou claro, ao mesmo tempo, que um presente pregação clara do Espírito Santo tinha sido dado ao orador humilde.

Oração: Ó santo de Deus, perdoai-nos para os nossos corações duros. Ajuda-nos a compreender o Seu Filho, não rejeitá-lo, mas obedecer a Sua palavra, e esperar por ele. Deixe seu Espírito nos confirmar na Nova Aliança, criando em nós a humildade, amor e fé.

PERGUNTA:

  1. Quais foram os três pensamentos principais do discurso de Estevão para o conselho excelente em relação a Moisés e a lei?

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