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APOCALIPSE - Eis que cedo venho
Estudos no Livro do Apocalipse
LIVRO 1 - EIS QUE VENHO EM BREVE! (APOCALIPSE 1:1 - 322) -- O Senhor Ressurreto prepara Sua Igreja para Sua segunda vinda
Parte 1.1 A INTRODUÇÃO DO APÓSTOLO JOÃO À REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO (APOCALIPSE 1:1-8)

1. A saudação os membros da igreja judaico-cristã nas igrejas da Ásia Menor (Apocalipse 1:1-3)


APOCALIPSE 1:1-3
1 Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo; 2 O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto. 3 Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.

O evento da Revelação: bem no começo João enfatiza que o documento de suas visões é chamado de "a revelação de Jesus Cristo". Portanto, não deve ser chamado de "revelação de João".

João não começou seu manuscrito escrevendo seu próprio nome como remetente ou autor desses escritos, tal como se vê na maior parte das cartas dos apóstolos do Novo Testamento; pelo contrário, desde o começo ele testifica sobre o evento alarmante da revelação. O Senhor ressurreto, que apareceu de Seu lugar de retiro, é mais importante do que o mediador dessa revelação. Jesus é a causa, o tema e a realização dessa empolgante profecia histórica.

O estilo da introdução dessa carta corresponde à estrutura das introduções dos livros proféticos do Antigo Testamento (Isaías 1:2; Joel 1:2; Miquéias 1:2; etc.). A palavra do Senhor - Sua Revelação - foi o evento decisivo, a manifestação do Deus Eterno em nossa realidade de tempo. É por isso que, em escritos judaicos, o evento da revelação aparece no princípio de um documento como forma de legitimar a profecia e suas palavras.

Grande parte dos membros da igreja nos arredores de Éfeso era de judeus cristãos. A primeira saudação é para eles. Pelos judeus, ele se fez de judeu.

Nas visões descritas por João, Aquele que foi crucificado e que ressuscitou não fala de eventos do passado; na verdade, Ele imediatamente profetiza sobre o futuro de nosso mundo como o desdobramento de Sua vitória concluída na cruz. Seu nome, Jesus, que aparece 975 vezes no Novo Testamento, significa "Yahweh salva" (Mateus 1:21; Lucas 1:31). Cristo é a descrição de seu ofício e significa "O Ungido" (Lucas 4:18-19). Esse título aparece 569 vezes no Novo Testamento. Com esses dois nome, o tema, direção e o objetivo da revelação de Jesus Cristo são estabelecidos segundo os princípios de Seu plano de salvação. O plano de Jesus está alicerçado em Seu nome e em Seu título.

Deus deu a Jesus a Revelação: Jesus não revelou Sua profecia do fim do curso da história a João de uma forma que se autoglorificasse. Ele recebeu esses mistérios de Deus. Após Sua Ascenção ao céu, Jesus recebeu o livro com os sete selos em Sua entronização. O Filho se humilhou diante de Seu Pai e se permitiu receber o reconhecimento e poder para completar o plano da salvação e do juízo. Ele não assumiu esse papel para Si mesmo, mas aguardou até que Seu Pai o concedeu essa responsabilidade.

Por várias vezes nos registros do Evangelho, João enfatiza o Pai concedendo e o Filho recebendo (João 3:35; 5:22, 27, 36; 6:39, 65; 13:3; 17:2-12, 22-24 [13 vezes]; 18:11); O Pai deu a Seu Filho todo o poder no céu e na terra (Mateus 28:18). A santa unicidade do Pai e do Filho é vista na humildade, amor e na confiança entre eles (João 12:49-50; 14:8-12).

Para mostrar a Seus servos: o Filho não guardou os mistérios do fim dos tempos para Si mesmo, mas os revelou a Seus servos, que se submeteram livremente a Ele como escravos. Nenhum deles quis expressar suas próprias ideias ou palavras. Eles se viam como porta-vozes de seu Inspirador Celestial.

As muitas revelações sobre o fim dos tempos não foram dadas a um único profeta na Igreja de Jesus; na verdade, elas foram concedidas a muitos servos com dom de profecia nas igrejas. Na revelação a João, suas visões completaram o quadro do que há de vir.

O requisito divino: a sequência de eventos do fim dos tempos não é mera coincidência, mas é o resultado de um requisito essencial e divino que vem da santidade e amor de Deus. Sua paciência tem fim quando a medida de pecados individuais e coletivos excedente o limite. Sua misericórdia, porém, cobre e protege quem se arrepende. Jesus não perde nenhuma ovelha de Seu rebanho (João 10:27-30). No tempo certo, Ele avisa Seus seguidores para que saibam o que há de vir, referente a juízo e proteção, de modo que compreendam: nosso Senhor tem as rédeas da história do mundo em Suas mãos! Somente o que Ele permite acontece.

Os requisitos do amor de Deus e de Sua santidade são frequentemente vistos na vida de Jesus, em especial durante a semana da Paixão. Em obediência a Jesus, nós reconhecemos que o Cordeiro de Deus é o executar dessa exigência divina (João 19:28; Apocalipse 5:1-14).

O fim está próximo: os últimos dias se iniciaram com o nascimento de Jesus. Desde então, o resultado tem sido que os crentes em Cristo crescem espiritualmente, enquanto os descrentes continuam obstinados com sua falta de arrependimento. A maldade deve continuar a existir até que se atinja o limite da maldade. Porém, o arrependimento é santo e é testado e purificado por meio do sofrimento (Romanos 5:1-5). O fim do mundo está mais próximo do que imaginamos. O fim chegará em breve e repentinamente.

Um anjo transmitiu as visões: durante a entrega das revelações a João, outrora o mais jovem dos apóstolos, mas agora o mais velho, Jesus não apareceu pessoalmente; na verdade, Ele enviou um anjo (talvez o anjo Gabriel) para entregar a sequência de eventos do fim dos tempos. Todos os outros apóstolos, inclusive Paulo, já haviam morrido ou sido mortos como mártires.

O Livro do Apocalipse - da Revelação - relata o auxílio de anjos 67 vezes. Em todo o Novo Testamento, anjos são mencionados 175 vezes. Geralmente eles aparecem quando a capacidade do homem entender o insondável ou quando a luta contra demônios falha.

João, o escravo de Jesus Cristo: João era a única testemunha ocular viva da vida, sofrimento e ressurreição de Jesus quando o anjo da revelação apareceu para ele. Ele era o discípulo que Jesus amava (João 13:23). O amor de seu Salvador o lançou ao pó e o transformou em Seu escravo voluntário. João viveu segundo o significado de seu próprio nome: Yahweh é misericordioso e compassivo.

Os pais da Igreja não incluíram outros apocalipses ao cânon do Novo Testamento porque as revelações concedidas a João abrangiam todas as outras visões do fim do mundo.

Ele proclamou a "Palavra de Deus": por diversas vezes, em seu relato do Evangelho e em outras cartas do Novo Testamento, João proclamou Jesus como a "Palavra de Deus" encarnada. Nele, todas as promessas são 'sim' e 'amém'. Jesus cumpriu a Lei e seus mandamentos enquanto permaneceu sem pecado. Ele viveu o que Ele pregou. O poder criativo, de cura, de perdão, de conforto e renovação da Palavra de Deus foi personificado Nele. A vontade de Deus se tornou fisicamente visível em Jesus. Em sua biografia de Jesus, João descreveu a encarnação da Palavra de Deus de maneira singular e precisa (João 1:1-8).

Ele se manteve firme ao testemunho de Cristo: João não apenas testemunhou a divindade de Jesus com a compreensão de Seu amor, mas ele também registrou Sua proclamação de vitória, "está consumado!". Em Seu momento de maior fraqueza e no mesmo de maior oposição, Jesus completou a salvação do mundo, a justificação de todos os pecadores e obteve vitória sobre o pecado, Satanás, morte e a ira de Deus. Jesus removeu o muro que separava o Criador de Suas criaturas. Ele revelou o Pai a nós e escancarou as portas para a vida eterna. João preservou o testemunho de Jesus Cristo de maneira singular com Suas declarações "Eu Sou".

Ele proclamou o que viu: João escreveu às igrejas tudo o que seus olhos viram, o que seus ouvidos ouvirão e o que entendeu em seu coração. Ele foi confiável e preciso na escolha de cada palavras. Por isso, o Senhor pôde confiá-lo revelações adicionais. Ele o deixou ver o desfecho de Sua vitória final até os nossos dias.

A beatificação do destinatário do livro: por duas vezes, no princípio e no fim desse livro, João enfatiza que todos os que lerem, ouvirem e guardarem a profecia de vitória do Deus triuno serão muito felizes. Mal se leva uma hora e meia para ler os 22 capítulos desse livro em voz alta. A alegria do Espírito Santo toma por completo todos os que creem na verdade revelada sobre o futuro e que a proclamam às outras pessoas como um conforto divino em momentos de medo. Sua alegria traz felicidade eterna em momento de desespero e esperança sem fim em meio à incerteza. São especialmente abençoados os que guardam as palavras da profecia do fim dos tempos em seu coração, que permitem que essas palavras entrem em seu subconsciente e que aguardam ansiosamente pela aparição de seu Senhor e Salvador. O estado abençoado dos crentes em Cristo é mencionado sete vezes nesse livro (Apocalipse 1:3; 14:13; 16:15; 19:9; 20:6; 22:7,14), enquanto os "ais" para os que continuam obstinadamente sem arrependimento são mencionados 13 vezes (Apocalipse 8:13 [três vezes]; 9:12 [duas vezes]; 11:14 [duas vezes]; 12:12, 18:10 [duas vezes]; 16 [duas vezes]; 19 [duas vezes].

O tempo está próximo: João estabelece em seus leitores o fato de que o tempo do cumprimento da salvação está próximo. Ainda assim, nós não tememos o juízo final, tal como os muçulmanos temem, nem trememos de medo só de pensar nele; na verdade, podemos ficar felizes e confortáveis porque nosso Senhor está voltando para tomar Seus amados para Si. A alegria no Senhor é nossa força. Aqueles que nasceram de novo já carregam o mundo vindouro, nascido do Espírito, consigo. A glória de Cristo continuará a brilhar como os raios do sol no romper do dia. Somos chamados para sermos espelhos de Cristo, refletindo a glória de Seu amor, verdade e pureza.

ORAÇÃO: Pai celestial, nós te exaltamos porque o Senhor inspirou seus servos a respeitos dos eventos futuros por meio de Cristo, e porque Jesus nos confirmou Sua revelação a João de que o fim do universo está próximo. Nos ajude a entender Suas revelações e a viver em paz em meio ao nosso mundo tão complicado.

PERGUNTA:

  1. Como João preparou os membros semitas da primeira igreja?

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